Caminho da Mata Atlântica lança vídeo emocionante com animais silvestres

A megatrilha irá conectar mais de 70 Unidades de Conservação, em cinco estados brasileiros
Sustentabilidade
Publicado em: 24/08/2018

A trilha passa por montanhas, costas e florestas. As pessoas aproveitam para se exercitar, estar mais perto da natureza e ter um lazer sustentável e saudável. Os animais ganham um corredor ecológico para viver em paz dentro da Mata Atlântica. Os negócios em volta da trilha são impulsionados e o bioma é conservado, por meio da criação e manutenção de áreas protegidas.

Esses são os grandes objetivos do “Caminho da Mata Atlântica”, um projeto criado a várias mãos na região da Serra do Mar. A megatrilha irá conectar mais de 70 Unidades de Conservação em cinco estados brasileiros (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), completando um trajeto de mais de 3 mil km.

Aos poucos, as trilhas vão sendo construídas e sinalizadas. O projeto é de longo prazo. Felipe Feliciani, coordenador geral da Comissão do Caminho e analista de conservação do WWF-Brasil, destaca a importância: “’O Caminho da Mata Atlântica’ é uma forma de incentivar a conservação desse bioma que passa por tantos estados brasileiros, e ainda pela Argentina e Paraguai. E que está criticamente ameaçado, ao mesmo tempo em que é um dos cinco mais ricos em diversidade biológica do mundo”.

Vida silvestre pelo Caminho

Um vídeo lançado esta semana mostra como é magnífica a vida na Mata Atlântica. “O Caminho da Mata Atlântica e a biodiversidade” é um vídeo de apenas 2min10s que emociona com a diversidade de espécies encontradas ao longo da trilha. As imagens, captadas pelo pesquisador Andre M. Lanna, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), buscam conscientizar a população sobre a importância de respeitar os animais e valorizar o equilíbrio que a presença deles representa. Afinal, as espécies só conseguem existir se a casa delas não for ameaçada, por isso a importância de projetos como o “Caminho da Mata Atlântica”, que vai conectar as áreas protegidas e criar espaços para essas espécies viverem com segurança.

O conteúdo foi realizado em parceria com o Laboratório de Vertebrados e o Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRJ e o apoio do Conservation Leadership Programme e The Ruffor Foundation, com edição pelo WWF-Brasil.

Fonte: WWF


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